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	<description>Plantas Ornamentais</description>
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		<title>Pesquisa na Unicamp usa plantas ornamentais para tratamento de esgoto doméstico</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 14:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa na Unicamp usa plantas ornamentais para tratamento de esgoto doméstico Um sistema natural para tratamento complementar de esgoto doméstico que utiliza plantas ornamentais, sobre leito de bambu e brita, foi desenvolvido na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) e testado na Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) pelo engenheiro civil Luciano Zanella. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa na Unicamp usa plantas ornamentais para tratamento de esgoto doméstico</p>
<p>Um sistema natural para tratamento complementar de esgoto doméstico que utiliza plantas ornamentais, sobre leito de bambu e brita, foi desenvolvido na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) e testado na Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) pelo engenheiro civil Luciano Zanella.</p>
<p>O sistema de pós-tratamento foi responsável por 30% da eficiência do sistema de tratamento na remoção de matéria orgânica e consiste em uma alternativa prática do ponto de vista operacional. Não há necessidade de uso de produtos químicos ou eletricidade e, por isso, o sistema torna-se ideal para pequenas propriedades, como sítios e fazendas.</p>
<p>A opção oferece ainda baixo custo de operação e também poderia ser aproveitada por comunidades rurais não-servidas por sistemas convencionais de coleta e tratamento, ou que possuam sistema de saneamento que trate o esgoto de maneira secundária. A utilização de bambu como meio-suporte pode facilitar ainda mais a aplicação em áreas rurais, visto que o bambu é facilmente encontrado em qualquer parte do país.</p>
<p>A proposta, denominada sistema wetland-construído, foi apresentada por Zanella para obtenção do título de doutor na FEC, sob orientação do professor Edson Aparecido Abdul Nour. No Brasil, explica o engenheiro, não havia relato da introdução de plantas ornamentais nesse sistema, embora a utilização desse tipo de tratamento seja crescente. Em outros países, essa configuração de tratamento é largamente usada, sendo encontrada até mesmo para o tratamento de esgoto industrial.</p>
<p>“A idéia surgiu a partir de um problema no Vale do Ribeira em que se exigia o tratamento do esgoto em fazenda de plantação de bananas. Em uma investigação dos sistemas existentes, resolvi testar algo já conhecido, adaptando para o tratamento com plantas ornamentais e utilização de bambu”, explica o autor da pesquisa.</p>
<p>O engenheiro montou seis piscinas de fibra de dois mil litros cada uma, de forma que o esgoto já tratado da Faculdade passasse pelas piscinas. Em três piscinas ele acrescentou brita ou pedras de construção até a borda e nas outras três o material usado foram anéis de bambu.</p>
<p>Na seqüencia, plantou duas espécies ornamentais, o copo de leite e o papiro, uma vez que é sabido que as plantas absorvem os nutrientes do esgoto, colaborando com o tratamento. Em uma segunda etapa, mais oito espécies foram plantadas. “O copo-de-leite sozinho não apresentou uma boa adaptação ao sistema. No entanto, junto com outras espécies, como o biri e o mini-papiro, ele teve um melhor desenvolvimento”, destaca.</p>
<p>Para selecionar as plantas que poderiam oferecer um bom desempenho no sistema, Zanella fez contato com biólogos e pesquisou junto a paisagistas e produtores de mudas as melhores opções para os ambientes próximos a lagos e rios. As análises contemplaram as características de cor e turbidez, a remoção de sólidos, de matéria orgânica, de nutrientes e de microorganismos. Na maior parte das variáveis, o grau de eficiência foi significativo.</p>
<p>Segundo Zanella, este tipo de sistema é recomendável como um tratamento complementar ao esgoto doméstico já tratado numa primeira etapa em que a remoção dos resíduos mais pesados foi feita. Na proposta do engenheiro, o resultado do tratamento complementar do esgoto poderia ser lançado em rios e lagos.</p>
<p>“O sistema melhora muito a aparência, reduziu quase que completamente os sólidos e, razoavelmente, a matéria orgânica. Porém, não posso afirmar se poderia ser utilizado para irrigação, por exemplo, uma vez que não fiz testes para esta finalidade”, explica. Outra possibilidade, exemplifica, seria o reúso em vasos sanitários, tema de bastante importância no meio científico e tecnológico nos últimos anos, mas para o qual o esgoto ainda necessitaria de uma desinfecção.</p>
<p>Pedras e bambus – A versatilidade na utilização de pedras e bambus para o pós-tratamento de esgoto doméstico não é novidade. Tanto o bambu como as pedras, explica Zanella, atuam como filtro e meio-suporte para microorganismos que proporcionam o tratamento. As análises, no entanto, apontaram o bambu como alternativa viável, embora com eficiência menor que quando utilizadas as pedras.</p>
<p>Testes estatísticos indicaram que, para as condições impostas ao sistema testado, o tipo de material suporte tem mais significância que a espécie vegetal na obtenção de resultados satisfatórios. Mas isso não descarta a utilização de plantas ornamentais. Neste sentido, o engenheiro considerou que a opção pelas plantas ornamentais tem um efeito paisagístico importante, que diminuiria os índices de rejeição do sistema pela população.</p>
<p>A introdução de espécies de plantas comercias proporcionaria, inclusive, uma possibilidade de geração de renda para os pequenos produtores. A idéia inicial do trabalho era utilizar plantas de corte para agregar valor ao serem vendidas, fazendo um tipo de “cultura hidropônicas adaptada”.</p>
<p>Pelos resultados, o sistema de pós-tratamento foi responsável, em média, por cerca de 30% da remoção tanto de sólidos em suspensão, quanto de matéria orgânica, em relação ao total obtido na estação de tratamento. O wetland-construído de leito de brita e vegetado com papiro alcançou valores médios de remoção de fósforo total de 27,7%.</p>
<p>(Envolverde/Unicamp)</p>
<p>Fonte: http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=48546&amp;edt=1</p>
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		<title>Crescimento do Agronegócio de Flores e Plantas Ornamentais Incentiva Produtores</title>
		<link>https://www.planteverde.com.br/crescimento-do-agronegocio-de-flores-e-plantas-ornamentais-incentiva-produtores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wr3fePr6b6phuch3frEc]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 14:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Conforme Alana Gandra em artigo para o site Agência Brasil, o setor de floricultura fluminense registrou aumento de 30% na produção, desde o início de operacionalização do Programa Florescer, em 2005, e já vem exportando para outros estados, principalmente para São Paulo e Minas Gerais, principais compradores de plantas ornamentais. Desenvolvido pela Secretaria de Agricultura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme Alana Gandra em artigo para o site Agência Brasil, o setor de floricultura fluminense registrou aumento de 30% na produção, desde o início de operacionalização do Programa Florescer, em 2005, e já vem exportando para outros estados, principalmente para São Paulo e Minas Gerais, principais compradores de plantas ornamentais.</p>
<p>Desenvolvido pela Secretaria de Agricultura e Pecuária do Rio, o Florescer visa ao desenvolvimento da cadeia produtiva de flores, plantas ornamentais e medicinais, com condições facilitadas de financiamento, voltado para a implementação de novas tecnologias de produção, profissionalização e capacitação do setor produtivo e comercial.</p>
<p>Os produtores também passam por capacitação contínua e contribuem para o incremento da produção, introduzindo novas variedades e substratos. Além disso, o programa promove a educação dos produtores, inclusive no referente à legislação ambiental, tributária e sanitária. Outra linha apoiada pelo programa é o associativismo, para fortalecer a integração entre produtores.</p>
<p>Os microempreendimentos do setor geram, em todo o estado, cinco mil empregos diretos, englobando a produção e a cadeia de comercialização, que envolve as floriculturas, o mercado atacadista e área de insumos.</p>
<p>Com esse objetivo que Ivar Wendling elaborou o “Livro Volume 1: Planejamento e Instalação de Viveiros” publicado pela AFE – Aprenda Fácil Editora. Segundo ele, a obra aborda o correto planejamento e implantação de viveiros de produção de plantas ornamentais, bem como de aspectos relacionados à administração de empreendimentos desta ordem.</p>
<p>Autora da notícia: Dayene Schiavon de Castro.</p>
<p>Fonte: http://www.afe.com.br/noticia/7540/crescimento-do-agronegocio-de-flores-e-plantas-ornamentais-incentiva-produtores</p>
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